<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>III Bienal Rubem Braga</title>
	<atom:link href="http://bienalrubembraga.com.br/system/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://bienalrubembraga.com.br/system</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 15 Jun 2010 15:39:19 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.8</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Show de Toquinho marca encerramento da Bienal</title>
		<link>http://bienalrubembraga.com.br/system/644/</link>
		<comments>http://bienalrubembraga.com.br/system/644/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 15:22:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bienal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bienalrubembraga.com.br/system/?p=644</guid>
		<description><![CDATA[A terceira edição da Bienal Rubem Braga foi encerrada neste domingo (13) com um show do cantor, compositor e violonista Toquinho. Acompanhado de sua banda, o músico cantou grandes sucessos que marcaram seus 44 anos de carreira e arrebatou o público que lotou a praça Jerônimo Monteiro, no centro de Cachoeiro de Itapemirim.
 
Toquinho abriu a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_645" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-645" title="Toquinho02" src="http://bienalrubembraga.com.br/system/wp-content/uploads/2010/06/Toquinho02-300x199.jpg" alt="Toquinho02" width="300" height="199" /><p class="wp-caption-text">O músico e compositor Toquinho fez o show de encerramento da III Bienal Rubem Braga</p></div>
<p>A terceira edição da Bienal Rubem Braga foi encerrada neste domingo (13) com um show do cantor, compositor e violonista Toquinho. Acompanhado de sua banda, o músico cantou grandes sucessos que marcaram seus 44 anos de carreira e arrebatou o público que lotou a praça Jerônimo Monteiro, no centro de Cachoeiro de Itapemirim.<br />
 <br />
Toquinho abriu a apresentação com “Tarde em Itapoã”, clássico da música popular brasileira que compôs com Vinícius de Moraes, com quem fez mais de 130 composições. Entre uma canção e outra, o músico contava um pouco de sua história.<br />
<span id="more-644"></span> <br />
Amigo de Rubem Braga, confidenciou que o escritor fez um poema que gostaria de ter musicado. E manifestou o desejo de satisfazer o desejo do cronista. “Volto a Cachoeiro para lançar essa música. Letra de Rubem e música de Toquinho”, disse o cantor, muito aplaudido pela platéia.<br />
 <br />
Toquinho também falou sobre músicos que o influenciaram. Depois de fazer uma breve exposição sobre a importância de cada um dos compositores, o cantor tocava canções feitas por eles. De Tom Jobim, “Esse Seu Olhar” e “Eu Sei Que Vou Te Amar”, e de Baden Powell, o afrosamba “Berimbau”. Da parceria com Chico Buarque, tocou &#8220;Samba pra Vinícius&#8221;, homenagem ao poeta Vinícius de Moraes, com quem fez “Regra Três”, cantada com euforia pelos fãs.<br />
 <br />
O show teve dois blocos com canções voltadas para o público infantil. “A Casa”, “O Caderno”, “O Pato”, entre outras, embalaram as crianças que acompanharam a apresentação e também os adultos, que puderam rememorar esses clássicos. A emocionante “Aquarela” foi entoada em uníssono.<br />
 <br />
A música clássica também teve vez na apresentação. Ao falar de sua admiração pelo violonista Paulinho Nogueira, Toquinho lembrou da influência que a obra de Johann Sebastian Bach exerceu na carreira do instrumentista. Em seguida, executou “Jesus Alegria dos Homens”, obra prima de Bach, compositor alemão do século 18 e um dos maiores de todos os tempos.<br />
 <br />
Na sequência, indo do erudito ao popular, o músico mostrou a habilidade e a técnica que o consagraram como um dos melhores violonistas do país. Destaque para a versão de “Asa Branca”, de Luiz Gonzaga.<br />
 <br />
O cantor se despediu do público com “Trem das Onze”, de Adoniran Barbosa. Mas, atendendo ao pedido de bis, ainda tocou a canção-desabafo “A Tonga da Mironga do Kabuletê”, que fez com Vinícius de Moraes durante a ditadura militar, “quando não podíamos falar tudo o que queríamos”, lembrou o cantor. Ao final do show, houve queima de fogos. <br />
 <br />
A III Bienal Rubem Braga é uma realização da prefeitura, por meio das secretarias de Arte e Cultura e de Educação, em parceria com a Câmara Capixaba do Livro e Secretaria de Estado da Cultura (Secult).<br />
 </p>
<div id="attachment_647" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-647" title="toquinho01" src="http://bienalrubembraga.com.br/system/wp-content/uploads/2010/06/toquinho011.JPG" alt="toquinho01" width="600" height="399" /><p class="wp-caption-text">O público lotou a praça Jerônimo Monteiro para ver a apresentação no palco Rubem Braga</p></div>
<p style="text-align: center;"> </p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://bienalrubembraga.com.br/system/644/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ex-Titã Arnaldo Antunes fala sobre música e literatura na bienal</title>
		<link>http://bienalrubembraga.com.br/system/ex-tita-arnaldo-antunes-fala-sobre-musica-e-literatura-na-bienal/</link>
		<comments>http://bienalrubembraga.com.br/system/ex-tita-arnaldo-antunes-fala-sobre-musica-e-literatura-na-bienal/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 19:47:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bienal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bienalrubembraga.com.br/system/?p=640</guid>
		<description><![CDATA[Artista plural, que usa a palavra como base da criação, o ex-Titã Arnaldo Antunes esteve em Cachoeiro de Itapemirim, neste sábado (12), para participar da programação da III Bienal Rubem Braga, realizada na praça Jerônimo Monteiro. Depois de falar sobre a relação entre música e literatura, numa mesa-redonda que contou com a presença do cantor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_641" class="wp-caption alignleft" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-641" title="c0613_arnaldo" src="http://bienalrubembraga.com.br/system/wp-content/uploads/2010/06/c0613_arnaldo.jpg" alt="c0613_arnaldo" width="400" height="336" /><p class="wp-caption-text">Depois da mesa-redonda sobre música e literatura, Arnaldo Antunes ainda ficou na bienal para sessão de autógrafos</p></div>
<p style="text-align: left;">Artista plural, que usa a palavra como base da criação, o ex-Titã Arnaldo Antunes esteve em Cachoeiro de Itapemirim, neste sábado (12), para participar da programação da III Bienal Rubem Braga, realizada na praça Jerônimo Monteiro. Depois de falar sobre a relação entre música e literatura, numa mesa-redonda que contou com a presença do cantor e poeta capixaba Juliano Gauche, mediada pelo jornalista José Roberto Santos Neves, Antunes ainda participou de sessão de autógrafos e conversou com os fãs.<br />
 <br />
Questionado sobre suas primeiras referências literárias e a iniciação musical, Antunes disse que música e literatura sempre estiveram presentes em sua trajetória no mesmo nível de importância. &#8220;Nunca me senti especializado. Desde pequeno gostava de ler e também de música. O trânsito entre as duas linguagens é cada vez mais fluente. E isso se acentuou hoje com os meios digitais&#8221;.<br />
<span id="more-640"></span> <br />
Apresentado pelo jornalista José Roberto como um artista da palavra, Arnaldo reiterou que sua trajetória, nas diferentes manifestações artísticas, envolve o trabalho com a palavra. &#8220;A palavra é como se fosse uma espécie de porto seguro de onde me aventuro a outros lugares&#8221;, disse, assinalando que sempre foi dado a misturas e que nunca gostou da &#8220;camisa de força&#8221; de um gênero.<br />
 <br />
<strong>Música e poesia têm linguagens diferentes<br />
 <br />
</strong>Segundo Arnaldo, pela própria formação cultural híbrida do brasileiro, a ideia de pureza não cabe. Ele se referia à diferenciação entre letra de música e poesia, e em especial, à atribuição de mais valor à segunda. E  reafirmou que poesia e música têm linguagens diferentes, mas que não se pode aferir relevância maior a um ou outro gênero.<br />
 <br />
&#8220;A diferença é da própria linguagem. No Brasil temos tradição de letras de canções populares muito sofisticadas. E há inúmeros exemplos como Noel Rosa, Vinícius de Morais, Chico Buarque, Caetano, Sérgio Sampaio, entre tantos outros de diferentes épocas. Numa canção a palavra tem que estar adaptada ao aspecto melódico, à entoação. A palavra escrita é outra coisa&#8221;, explicou.<br />
 <br />
<strong>Homenagens especiais<br />
 <br />
</strong>No encerramento da mesa-redonda, Arnaldo Antunes foi homenageado por alunos da Escola Anísio Ramos que prepararam um vídeo inspirado na música Comida, depois de estudarem a biografia e a obra do artista nos últimos meses. Para surpresa de quem participava da mesa-redonda, Antunes declamou o poema-canção Saiba, que faz parte de um projeto voltado ao público infantil.<br />
 <br />
Outra surpresa ficou a cargo de Juliano Gauche.O capixaba natural de Ecoporanga, norte do estado, que há três anos participa de projetos de resgate da obra do cachoeirense Sérgio Sampaio, ao final da discussão cantou a canção &#8220;Em nome de Deus&#8221;.<br />
 <br />
<strong>Sábado na Bienal<br />
 <br />
</strong>Dois shows movimentaram a praça Jerônimo Monteiro na noite de sábado (12). Apesar do frio incomum para Cachoeiro, milhares de pessoas, entre as quais muitas crianças, assistiram às apresentações de Bia Bedran e também do grupo O teatro mágico.<br />
 <br />
A III Bienal Rubem Braga, uma realização da prefeitura, por meio das secretarias de Arte e Cultura e de Educação, em parceria com a Câmara Capixaba do Livro e Secretaria de Estado da Cultura (Secult), começou na segunda-feira (7) e termina neste domingo, com show de Toquinho, na praça Jerônimo Monteiro, às 20h.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://bienalrubembraga.com.br/system/ex-tita-arnaldo-antunes-fala-sobre-musica-e-literatura-na-bienal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>J3 ensinou os segredos do hip hop na bienal</title>
		<link>http://bienalrubembraga.com.br/system/j3-ensinou-os-segredos-do-hip-hop-na-bienal/</link>
		<comments>http://bienalrubembraga.com.br/system/j3-ensinou-os-segredos-do-hip-hop-na-bienal/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 19:43:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bienal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bienalrubembraga.com.br/system/?p=636</guid>
		<description><![CDATA[O rapper Jair Miranda Neto, mais conhecido como J3, atraiu vários jovens à III Bienal Rubem Braga, realizada  de segunda-feira (7) a domingo (13), na praça Jerônimo Monteiro, Centro de Cachoeiro de Itapemirim. Eles participaram da oficina de “Literatura e hip-hop”, que contou aos adolescentes os segredos das rimas e da improvisação do gênero musical que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_637" class="wp-caption alignleft" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-637 " title="c0612_j3" src="http://bienalrubembraga.com.br/system/wp-content/uploads/2010/06/c0612_j3.jpg" alt="c0612_j3" width="400" height="266" /><p class="wp-caption-text">A oficina, ministrada pelo rapper J3, abordou temas relacionados à literatura e à música, atraindo dezenas de interessados</p></div>
<p style="text-align: left;">O rapper Jair Miranda Neto, mais conhecido como J3, atraiu vários jovens à III Bienal Rubem Braga, realizada  de segunda-feira (7) a domingo (13), na praça Jerônimo Monteiro, Centro de Cachoeiro de Itapemirim. Eles participaram da oficina de “Literatura e hip-hop”, que contou aos adolescentes os segredos das rimas e da improvisação do gênero musical que ganha cada vez mais adeptos entre o público infanto-juvenil.<br />
 <br />
Os alunos chegaram em grupos, trazidos pelos professores, e foram acompanhados por outros curiosos que se interessam pelo assunto e vieram aprender as relações entre a literatura e o hip hop. Na oficina, puderam aprender mais sobre os conceitos de gêneros textuais, poesia, rima, literatura, além de assistirem a um filme sobre o assunto e também a uma demonstração sobre o tema.<br />
<span id="more-636"></span> <br />
“Meu objetivo é mostrar que, por mais que pareçam distantes, os universos da literatura tradicional e do rap, este tem, cada vez mais, assumido um papel importante em nossa sociedade. Não por ser uma poesia ruim, mas por estar à margem da nossa sociedade. É muito bacana poder usar isso com estudantes porque eles podem usar uma linguagem que já conhecem para melhorar a leitura e a escrita”, disse J3.<br />
 <br />
A última etapa do processo foi a criação. Os participantes foram incentivados a escrever seus próprios raps durante a oficina – uma forma de ver se já conseguiam colocar em prática o que haviam acabado de aprender. Enquanto eles escreviam, o oficineiro deixou um fundo musical no ambiente, que, segundo ele, ajuda na hora de fazer os versos e a rima. “Trabalhamos juntos nessa parte, que é bem interessante. É uma oportunidade que eles têm para desenvolver textos com liberdade, sem precisar usar a norma culta”.<br />
 <br />
<strong>Revista sobre universo hip hop é lançada em bienal<br />
 <br />
</strong>O rapper J3 não ministrou apenas oficinas. Na noite de sexta-feira (11), lançou a revista “Sou da Rua” em Cachoeiro de Itapemirim, deu autógrafos para os fãs e bateu um papo com os apaixonados pelo universo hip hop. A publicação já está circulando na Grande Vitória há cerca de dois meses e já vendeu 1 mil cópias. No entanto, ainda é pouco conhecida no interior do estado.<br />
 <br />
<strong>O que é o hip hop?<br />
 <br />
</strong>É um movimento cultural que surgiu nos Estados Unidos, na década de 60 e se espalhou pelo mundo. É representado por mais de uma expressão artística – a dança, os grafites (desenhos em paredes) e as músicas, que também são chamadas de rap. Seus versos são feitos com base em rimas e poesia podendo ser interpretados com ou sem fundo musical.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://bienalrubembraga.com.br/system/j3-ensinou-os-segredos-do-hip-hop-na-bienal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Convergência entre crônica e literatura é debatida na Bienal Rubem Braga</title>
		<link>http://bienalrubembraga.com.br/system/convergencia-entre-cronica-e-literatura-e-debatida-na-bienal-rubem-braga/</link>
		<comments>http://bienalrubembraga.com.br/system/convergencia-entre-cronica-e-literatura-e-debatida-na-bienal-rubem-braga/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 19:38:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bienal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bienalrubembraga.com.br/system/?p=631</guid>
		<description><![CDATA[Gênero que se consolidou como literário a partir da produção do escritor cachoeirense Rubem Braga, um dos mais importantes cronistas do país, a crônica norteou o debate na noite de sexta-feira (11), na quarta mesa-redonda da III Bienal Rubem Braga, realizada na praça Jerônimo Monteiro, Centro de Cachoeiro de Itapemirim.
 
Para debater o tema, foram convidados o escritor Moacyr Scliar, membro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_632" class="wp-caption alignleft" style="width: 410px"><img class="size-full wp-image-632 " title="c0612_scliar" src="http://bienalrubembraga.com.br/system/wp-content/uploads/2010/06/c0612_scliar.jpg" alt="c0612_scliar" width="400" height="266" /><p class="wp-caption-text">A discussão sobre o gênero que consagrou o capixaba Rubem Braga entusiasmou o público</p></div>
<p>Gênero que se consolidou como literário a partir da produção do escritor cachoeirense Rubem Braga, um dos mais importantes cronistas do país, a crônica norteou o debate na noite de sexta-feira (11), na quarta mesa-redonda da III Bienal Rubem Braga, realizada na praça Jerônimo Monteiro, Centro de Cachoeiro de Itapemirim.<br />
 <br />
Para debater o tema, foram convidados o escritor Moacyr Scliar, membro da Academia Brasileira de Letras, a jornalista capixaba Ana Laura Nahas e o linguista e pesquisador da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) Santinho Ferreira de Souza, que mediou a discussão.<br />
<span id="more-631"></span> <br />
A convergência entre literatura e jornalismo, bem como a especificidade da crônica como gênero eminentemente brasileiro e  capaz de atrair o leitor para outros tipos de textos literários, pontuaram o debate. Scliar, um dos principais cronistas em atividade hoje n Brasil,  iniciou sua fala rememorando a relação com Rubem Braga, de quem foi amigo pessoal e por cuja obra nutre especial admiração.<br />
 <br />
<strong>Crônica pode ser porta de entrada para a literatura<br />
 <br />
</strong>&#8220;Com Rubem Braga a crônica se tornou um gênero literário de fato. Em um país como o Brasil, onde o acesso ao texto é difícil, a crônica pode se transformar na porta de entrada do brasileiro no mundo da literatura&#8221;, disse, assinalando que a crônica nada mais é do que a transcrição para as páginas dos jornais, e hoje também para a internet, da conversa de bar, da realidade cotidiana das pessoas.<br />
 <br />
A jornalista Ana Laura Nahas, que há cerca de quatro anos se dedica a escrever crônicas, destacou que o gênero aproxima a realidade da vida das pessoas. &#8220;A possibilidade da troca é o que move o escritor. A crônica, mais do que qualquer outro gênero, permite isso porque é acessível, ligada ao cotidiano&#8221;, observou.<br />
 <br />
O pesquisador Santinho Ferreira, que desenvolve um projeto de extensão em escolas do ensino médio utilizando os textos de Rubem Braga como referência, destacou que para ser considerada crônica, o texto não pode ser datado, mas sim atemporal. Isso significa que deve ser capaz de abordar o cotidiano, mas numa perspectiva de encantamento do leitor em qualquer tempo.<br />
 <br />
Para quem tem interesse em escrever crônicas, a sugestão tanto de Scliar, como de Ana Laura e Santinho, é a de que se deve iniciar pela leitura dos principais cronistas do país. E, principalmente, exercitar o olhar para extrair do cotidiano assuntos que interessem ao leitor.<br />
 <br />
Scliar elogiou a realização da bienal. &#8220;Um evento como esse, no qual o livro é visto num clima de festa ajuda a desmitificar a ideia de que o livro é uma coisa muito especial. Não é. É para todo mundo&#8221;, frisou.<br />
 <br />
A III Bienal Rubem Braga é uma realização da prefeitura de Cachoeiro, por meio das secretarias de Arte e Cultura e de Educação, em parceria com a Câmara Capixaba do Livro e Secretaria de Estado da Cultura (Secult). A programação começou na noite de segunda-feira (7) e termina neste domingo(13) com show de Toquinho em praça pública, de graça.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://bienalrubembraga.com.br/system/convergencia-entre-cronica-e-literatura-e-debatida-na-bienal-rubem-braga/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Toquinho faz show em Cachoeiro neste domingo (13)</title>
		<link>http://bienalrubembraga.com.br/system/toquinho-faz-show-em-cachoeiro-neste-domingo-13/</link>
		<comments>http://bienalrubembraga.com.br/system/toquinho-faz-show-em-cachoeiro-neste-domingo-13/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 12 Jun 2010 17:44:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bienal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bienalrubembraga.com.br/system/?p=627</guid>
		<description><![CDATA[Um dos maiores ícones da música popular brasileira se apresenta em Cachoeiro de Itapemirim neste domingo (13). A partir das 20h, o som inconfundível do violão de Toquinho vai ecoar na praça Jerônimo Monteiro, no centro da cidade. O show, que pode ser conferido de graça, encerra a terceira edição da Bienal Rubem Braga.
A promessa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos maiores ícones da música popular brasileira se apresenta em Cachoeiro de Itapemirim neste domingo (13). A partir das 20h, o som inconfundível do violão de Toquinho vai ecoar na praça Jerônimo Monteiro, no centro da cidade. O show, que pode ser conferido de graça, encerra a terceira edição da Bienal Rubem Braga.</p>
<p>A promessa é de um repertório repleto de sucessos que marcaram os 45 anos de carreira do cantor e compositor. Músicas de sua própria autoria e feitas em parceria com outros grandes compositores como Vinícius de Moraes (com quem compôs mais de 130 canções), Chico Buarque, Jorge Ben, Paulo César Pinheiro, Francis Hime, Paulinho da Viola, entre outros.</p>
<p>Toquinho vai se apresentar no palco Rubem Braga, que começou a ser montado nesta sexta-feira à noite. Antes dele, neste sábado (12), se apresentam Bia Bedran, às 18h30, e O Teatro Mágico, às 21h.</p>
<p>A III Bienal Rubem Braga é uma realização da prefeitura, por meio das secretarias de Arte e Cultura e de Educação, em parceria com a Câmara Capixaba do Livro e Secretaria de Estado da Cultura (Secult).</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://bienalrubembraga.com.br/system/toquinho-faz-show-em-cachoeiro-neste-domingo-13/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
